Malva acordou se sentindo tonta. Ela tentou se sentar, mas o quarto girou e ela foi obrigada a permanecer deitada.
Ela pressionou os lábios, sua boca tinha um gosto um pouco amargo. Ela franziu a testa levemente e, depois de algum tempo, tentou se sentar novamente.
Desta vez, o mundo não parecia que ia desabar. Ela se sentou e encostou as costas na cabeceira da cama.
Ela levou as mãos aos lábios e bocejou, imaginando há quanto tempo ela tinha apagado. As cortinas estavam amarradas nas laterais e ela podia ver claramente a lua. Ela devia ter dormido por pelo menos três horas.
Certa de que não cairia de cara no chão, ela saiu da cama gradualmente. Ela pulou para o chão, um pouco instável no início, mas seus pés se mantiveram firmes.
Ela ficou de pé e olhou ao redor por alguns segundos. Ainda estava no quarto de Jael e sabia que ele já havia saído.
Ela nem conseguiu se despedir dele direito, mas com o que aconteceu esta manhã, não havia como ter sido uma despedida boa.