"Oh, eu nem toquei ainda, então nunca imaginei que ficaria tão ereto," a respiração de Serafina tornou-se rouca enquanto seu seio saltava do mamilo rígido, seu peito subindo e descendo a cada respiração. A sensação era eletrizante, enviando ondas de calor por seu corpo, fazendo sua pele pulsar em antecipação.
"Se ao menos eu soubesse o quanto você estava ansiosa por isso, eu definitivamente teria tocado antes," Corvo provocou, com sua voz num murmúrio baixo e sedutor. Seus olhos brilhavam com travessura, os cantos de sua boca levantando num sorrisinho brincalhão.
"Não é assim..." A voz de Serafina soou fraca, seu rosto corando de vergonha.
Ela podia sentir suas dobras já encharcadas por sua roupa íntima, um testemunho de seu desejo.
O tecido grudava nela, um lembrete constante de quanto ela o desejava.
A mão de Corvo começou a invadir sua saia, seus dedos roçando a delicada renda de suas coxas.