Chapter 21 - Lorde-Das-Trevas-Potter.

Passaram-se semanas desde que Harry colocou uma "coleira" em seu professor de DCAT. Com a conclusão do problema de um professor usando compulsões em alunos e principalmente em sua Jean Granger que ficava toda ansiosa pelo ídolo dela, agora tudo no passado o público de Hogwarts enfim parou de ser tão inconsequente, mas, ao mesmo tempo que essa causa acabou, agora um novo perigo se instaurara no castelo, pois foi no primeiro jogo de Quadribol em que Draco Malfoy se tornou apanhador da Sonserina e Neville Longbottom apanhador da Grifinória sob conselhos de Harry que o guiou a substituí-lo no time, que o primeiro ataque visou cair sob o castelo, já foi feito um aviso com sangue e uma gata petrificada no primeiro evento, mas agora um primeiranista que vivia perseguindo Harry, tirando fotos dele escondido para todo lado, acabou sendo vítima de tamanha petrificação e enfim tudo no castelo se quebrou de uma piada de mal gosto para um evento criminal.

Hermione estava apavorada e Harry esteve lá com ela em cada minuto, Luna que vivia perambulando pelos corredores acabou também sendo puxada para baixo da capa de Harry e acolhida por sua aura protetora que atraia tanto as criaturas magicas da borda da floresta proibida, duas Sonserinas que viviam estudando Astronomia com o Potter também foram arrastadas por um Harry preso em seu mundinho isolado que visava tomar conta de todos como uma figura paterna que muitos precisavam ali, acolhendo, aconselhando, corrigindo e atraindo cada uma delas para baixo de suas asas como uma figura protetora ainda mais forte que o próprio diretor do castelo, no qual achava graça de como para todo lado que Harry ia, essas crianças o seguiam. Fred e George não largavam de seu pé desde que ele teve seu segundo ataque de pânico, Angelina, Katie e Alicia praticamente o seguiam por toda parte como se fossem irmãs mais velhas dele, e um rapaz da Lufa-Lufa que Harry se recorda de ser chamado de Cedric, praticamente o encarava a distância como se fossem inimigos jurados visando buscar qualquer deslize de que Harry era uma ameaça a seus leais amigos.

Pois foi assim que Harry enfim se encontrou na biblioteca do castelo com Madam Pince, o segurando de seu estado possesso contra as crianças imbecis de seu trabalho da classe de Astronomia:

- Não, não quero mais ajudar não! - Harry esbravejou quando pela décima vez explicou e ninguém conseguiu entender. - Se não pode ser do meu jeito, então não vou fazer de jeito nenhum. Eu fiz tudo conforme combinado com a vida e suas mentezinhas pequenas. Falei para mim mesmo que iriamos fazer assim só para todo mundo se sentir incluído. Falhei em tudo! Quem foi o imbecil que teve a brilhante ideia de citar no meio da apresentação que uma célula marciana em ambientes terrestres poderia se mutar numa criatura apocalíptica?... Porra, não fode! E não me segura não que falei foi pouco. - Disse Harry para Madam Pince, que decidiu abraçar ele e usar todo o peso do corpo dela para impedir que Harry acertasse as crianças em uma das poucas demonstrações de emoções esse ano.

- Eu não vou mais submeter a minha pessoa a uma humilhação patética dessas que o castelo faz com o cidadão de uma prova com questões que a pessoa NÃO TEM COMO SABER AS RESPOSTAS! - Harry inspirou e expirou profundamente ao dizer tudo de uma vez só, no que era a nota mais baixa dos trabalhos que a turma de Astronomia do segundo ano recebeu na primeira orientação. - Alguém tem mais uma pergunta idiota para próxima orientação?

- Olhe Potter! - Draco apareceu de sabe-se lá onde, com novamente seu estilo de chamar Harry saindo diferente como se fosse um cuspe. - Com tanta incompetência em um grupo só, você bem que poderia pegar toda nota baixa para si e distribuir nas quatro casas.

- É, é! Eu vou distribuir um socão na sua cara. - Harry já ia partir para cima, com Madam Pince ainda enroscada nele.

- Calma aí, calma aí! - Draco gritou quando Harry deu uma rasteira nele e o puxou pelo calcanhar. - CRABBE, GOYLE! Acabem com ele!

- Pode vir seus merdas, eu já espanquei o pai de um de vocês, o que acha que os filhotinhos anêmicos podem fazer? - Harry foi segurado agora por Hermione e Nevílle, com Luna aplaudindo euforicamente no canto quando Harry lançou Draco longe numa mesa cheia de estudantes que participavam do fã-clube oculto do Potter. - E se tiver algum problema pode chamar o papai, a mamãe e a porra toda que eu não tô nem aí, nem se eles são melhores amigos do ministro da magia, pode vir eles e o corpo de aurores juntos.

- Harry! Tá falando merda. - Lino riu quando Cedric parecia apavorado e apontava acusatoriamente, sussurrando com Cho Chang.

- Quem é você? - Harry indagou com a audácia do moleque vindo nessa intimidade toda. - Jose? - Indagou ele citando o nome em espanhol, quando viu dois intitulados no crachá do uniforme do rapaz.

- Só porque eu tenho parentes mexicanos que me deram esse sotaque quer dizer que devo ser Jose, não é? - Lino indagou parecendo ofendido

- E, é? - Harry indagou já esquecendo completamente o Malfoy estirado no chão do outro lado.

- Não, Milorde. Meu nome é Lino. - O rapaz corrigiu Harry com a atenção geral se aumentando a cada novo estudante que surgia em grupos na biblioteca.

- Me chamou de milorde? - Harry indagou ofendido, com os gêmeos Weasley se segurando para não rir. - Esse uniforme é seu?

- É, cara. - Lino disse o obvio quando estendeu os braços.

- Então quem é Jose? - Harry apontou ao crachá.

- É meu nome do meio. - Lino disse querendo rir quando viu a cara dos gêmeos ruivos. - Quer saber meu sobrenome?

- Não, não. - Harry cortou já sentindo a presença do Draco rondando ao redor.

- Ah, qual é. Depois de tanto tempo enfim conversamos, já fica sabendo. - Lino disse fingindo amizade.

- Eu não sei cara, Rodriguez? - Harry disse qualquer sobrenome que veio à mente.

- Você é racista, brô. - Lino acusou com Harry já ficando na defensiva.

- Você que perguntou, porra. - Harry cruzou os braços.

- Tô tirando com sua cara. - Lino riu com os gêmeos seguindo junto. - Para constar, meu nome é Lino Jordan Jose Gonzáles Smith.

- A não, perai. - Harry disse querendo rir. - Você fez esse show todo de militante, só para dizer que seu sobrenome é Gonzáles e Smith.

- É, eu sou mexicano por parte de mãe, mas nasci em Detroit.

- Tá, mas porque seu uniforme só diz Gonzáles? - Harry indagou já cansando de tudo isso ao se sentar numa cadeira.

- Caramba, você confiaria em um estudante mexicano chamado Smith? - Lino disse sério. - É capaz de acharem que os aurores se infiltraram no meio dos alunos.

- Verdade, principalmente com a rixa do ministro e diretor. - Harry riu pegando as folhas com a nota do trabalho.

- Potter! - Draco retornou, com novamente ele dizendo o sobrenome de forma engraçada e totalmente único.

- Pede para ele não falar comigo! - Harry disse para Goyle que segurava um Draco vermelho e descabelado. - Seguinte pessoal, temos dois meses para a segunda orientação, então vamos fazer direito.

- Potter! - Draco chamou com Harry suspirando fundo. - Meu pai…

- Eu já falei pra você não falar comigo. - Harry disse enquanto Draco fazia seu discurso de filhinho de papai. - Eu disse pra você calar a sua boca e não falar comigo. Ou vou continuar a te meter-lhe a porrada! Cala a sua boca! - Harry finalizou já se levantando, com Draco sendo puxado dessa vez por Crabbe e Goyle biblioteca afora.

- Tá bom... sem pressa - Harry disse com um último suspiro profundo. - Não importa de quem foi a ideia de criaturas marcianas em evolução. É viável teorizar isso? Sim... mas não colocar como uma teoria da conspiração no trabalho acadêmico de uma turma do segundo ano, pois assim como ocorreu em sala de aula, a professora está pouco se fodendo para conspiração, ela quer fatos e previsões astrais. - Dizia ele com seus colegas de classe voltando sua atenção à como Harry sempre mudava de atitude e ficava mais "sábio" pouco antes de entrar em seu mundinho pessoal.

- Só temos mais uma chance, então vamos fazer direito. - Harry explicou pegando as citações da criatura marciana que ferrou com a explicação de última hora. - Agora temos uma criatura conosco, vamos chamar de Zeck, e se for irracional, selvagem e uma ameaça de escala global como vocês tanto teorizam ser possível... o plano de contenção é o seguinte. - Empunhou uma varinha e colocou sob a mesa. - Se não for certeiro, não mire na cabeça, só jogue o Zeck no chão... e não esqueçam, na cabeça é perfeito, mas no joelho funciona do mesmo jeito. - Harry motivou por fim sua equipe com todos eles enfim suspirando de alívio pelo estado possesso do Potter ter passado e enfim ele iria começar a parte prática de ensino dos feitiços estrangeiros que vinha atraindo tanta atenção desde o clube de duelos.

[ ... ]

Agora sozinho e preso em sua mente que lhe acalmava tanto, para ele era cada vez mais simples esquecer do mundo ao seu redor dentro do castelo e se focar naquilo que mais precisava ser resolvido, mas isso não queria dizer que ele não sabia o que ocorria a sua volta, isso principalmente quando o mesmo viu que Gilderoy mudou toda sua atitude e método de agir em sala de aula, obtendo grande admiração do público masculino ao começar realmente a lecionar sua matéria de maneira incrível na qual ele juntava seu conhecimento com suas habilidades como Bardo, mas, ao mesmo tempo, o nome de Harry parecia cair sob sussurros e fofocas, tais comentários de que era suspeito ele sempre sumindo, que logo agora que ele se tornou um Sonserino enfim um herdeiro das trevas surgiu, e isso tudo envolvendo tanto os filhos dos partidários de comensais da morte que no passado alegaram estar sob a maldição Imperius, quanto por Cédric Diggory que vivia indicando a todos se afastarem de Harry para segurança deles, um rapaz leal e bem-intencionado pelo que viu, porém, era incomodo como o olhar vidrado e adorador vinha de alguns, assim como o olhar esnobe e tendencioso vinha de outros... e olha, paciência não era algo do qual ele tinha em excesso.

- Vocês viram o que aconteceu na aula de DCAT? - Perguntou uma das garotas, sua voz mal acima de um sussurro. - Ele colocou praticamente o professor Gilderoy na linha só com um olhar. E os rumores... eles estão ficando mais fortes com aquele Puff espalhando boatos e avisos de terem cuidado com Harry.

- Sim, aquele brilho sobrenatural de fundo como se uma luz estivesse acesa dentro desses olhos esmeralda, era como se ele estivesse tomando a garota Granger para si e deixando isso claro ali mesmo. - Outra do grupo sussurrou mal se aguentando de mostrar sua empolgação em querer estar no lugar da leitora avida de livros que todos viam seguir o Potter como um bichinho atrás do dono.

- E essa roupa preta parecendo um breu, ele nem ao menos parece um aluno ou nota como as sombras se mechem ao redor dele... e parece que nem se importa do que os outros dizem sobre sua aparência de Lorde das Trevas. - A terceira garota cochichou vendo como o quimono escuro e aberto levemente no tórax era tão estiloso no rapaz.

- Tá mais parecendo que ele se quer nota que algo está ocorrendo, ele às vezes surge com essa barba, outras vezes seu cabelo está mais longo, juro que até mesmo vi algumas vezes seu rosto estar mais fino e logo depois um pouco mais... sei lá, másculo na região da mandíbula? - A última garota riu com suas amigas seguindo os risos em conjunto. - E vocês ouviram o Diggory, Harry invocou cobras e conversou com elas em um idioma distinto que aterrorizou o professor, sabem o que isso quer dizer? - Vendo as outras três acenarem animadamente, foi que elas disseram.

- Nosso Lorde das Trevas. - Elas sussurraram euforicamente ao se aproximarem novamente umas das outras.

Porém, mesmo em meio a tudo isso, todos comentários e atenção recebida do público ao seu redor, nada fazia Harry largar seu auto estudo, pois enfim descobrira um nome para o que estava sofrendo, e era um ramo da magia muito raro que o mesmo não conseguia encontrar respostas dentro do castelo, somente fora dele direto no castelo de Drácula, e pode saber que não havia nada de graça nessa vida, assim tendo que barganhar com um vampiro com mais de um milênio de idade não era nada fácil.

- A História da Magia Aberrante. - Harry leu a capa de seu livro, pouco notando como quatro garotas da Sonserina o viam folhear pouco a pouco as páginas de um livro muito obscuro para alguém da idade dele, ou melhor dizendo de qualquer idade, fazendo anotações e rabiscos a cada tópico novo ou termo desconhecido a elas. - Magia anormal, magia ilegal, magia imoral, magia amoral…, porra, magia proibida decretada pelo primeiro-ministro magico das ilhas britânicas..., não fode. - Murmurava ele sob risinhos das garotas, que só agora o fizera parar de ler e olhar para a frente, onde elas evitaram rapidamente seu olhar.

Do grupo de garotas, uma figura em específico chamou sua atenção. Uma estudante com cabelos negros e encaracolados, olhos escuros penetrantes, muito parecida com Bellatrix Lestrange, a prima do homem que traiu seus pais, no qual ele vinha estudando tanto desde que recebeu heranças de Gringotes. Assim, impulsionado por uma curiosidade incontrolável, ele se levantou e caminhou em direção à mesa onde ela estava sentada:

- Posso? - Perguntou Harry, indicando ao assento vazio. - Você parece com a Bellatrix... parece muito mesmo. - Harry disse estudando fascinado suas feições, olhar e pose, e olhando para as outras três não pôde deixar de notar que elas tinham uma aura de sofisticação e arrogância, isso ou um complexo de superioridade incrível que até que deixava elas uma gracinha.

A menção de Bellatrix pareceu atingir um nervo na garota. Ela se endireitou na cadeira, seus olhos escuros parecendo conter uma mistura de raiva e defesa acostumada muito a se defender quando citavam tal mulher.

- Eu não sou minha mãe! - Ela retrucou, sua voz baixa, mas firme já estando na defensiva como vinha fazendo desde que foi matriculado anos atrás. - Eu não sou como ela.

Harry não pôde deixar de rir. Não foi uma risada de escárnio, mas uma risada suave, quase apaziguadora. Ele balançou a cabeça, olhando para a garota com um brilho compreensivo em seus olhos e graça das amigas delas

- Eu não estou aqui para julgar ninguém pelos atos passados de seus pais. - Disse ele, sua voz suave. - Todos nós temos o direito de escolher nosso próprio caminho, independentemente do que nossos pais possam ter feito.

- Mas enfim, vi como vocês me ajudaram quando tive um colapso no meu Magoi... obrigado, foi perigoso estar por perto, mas eu agradeço. - Harry disse ao menos aliviado que uma explosão gravitacional em grande escala agora estava controlada em um feitiço, porém receoso de qual seria a próxima investida descontrolada de seu Magoi.

- O que foi aquilo? Você girou os braços e sumiu do nada naquele portal que até mesmo pegou o diretor de surpresa... e depois disso um terremoto em todo o castelo, só para você retornar exausto como se tivesse usado uma magia muito forte. - Uma loira de olhos azuis disse euforicamente por finalmente poder falar com seu herói. - Aliás, a emburrada ali é Victória Lestrange, eu sou Calíope Ronen.

- Me chamo Dágon Garlick. - Disse uma das garotas parecendo mais intelectual e quieta.

- Eu sou Morgana Sharp. - Disse a última com um leve sorriso e ar de flerte quando encarou Harry nos olhos.

Vendo os sobrenomes familiares, foi que sua mente ressoou o nome de três figuras do passado e assim ele pode entender que cada uma ali era uma puro-sangue com linhagem indo direto para um século atrás aqui mesmo em Hogwarts:

- Alguma relação com os professores antigos do castelo? Poções, Herbologia e Feitiços, se não me engano. - Harry apontou os nomes dos professores antigos para Morgana, Dágon e Calíope respectivamente.

- Sim, os melhores de sua linhagem, por quê?- Victória disse não querendo ser deixada de fora.

- Nada importante... só precisava consultar algumas coisas da época em que lecionavam aqui no castelo, em específico de um estudante... mas não é muito importante, não quando tenho a presença de suas herdeiras. - Harry riu fingindo um flerte mal sucedido para as garotas que arquearam a sobrancelha a ele, o fazendo suspirar e se acomodar na mesa como se estivesse com preguiça e sono. - Olhe, só quero saber algumas coisas a respeito de Magia Ancestral e do estudante transferido daquela época, pelo que escutei, por aí havia um estudante que manipulou e desenvolveu um tipo de magia antiga ou estrangeira que nunca mais foi vista na história.

- Nunca escutei nada de Magia Ancestral... talvez perguntar a Madam Pince? - Calíope disse pensativa.

- Não, mesmo com os conteúdos novos da biblioteca, não há nada lá a respeito do assunto. - Harry explicou suspirando pesadamente.

- Claro que não teria disponível para todos, tem que obter permissão para acessar a seção restrita. - Victória disse o obvio.

- Não querida, quando digo que não há nada lá, é realmente que não tem... eu mapeei a biblioteca inteira de ponta a ponta, com a seção restrita inclusa, e tem muita coisa interessante lá... mas nada relacionado a Magia Ancestral, Magia Aberrante e muito menos Dimensões de Bolso. - Harry disse enquanto pegava o livro que ele tinha consigo e logo o abria. - Eu estou interessado nesse tipo de coisa, porque meu Magoi tem recentemente agido como se tivesse vida própria, e com uma varinha temperamental que me queima quase todo dia, está começando a ficar chato não ter controle. Eu não sei como, nem por quê, mas aconteceu e tudo indica esses títulos desconhecidos de ramos mágicos que mais ninguém por aqui parece entender.

- Isso quer dizer que você? - Morgana indagou de forma suspeita. - Digo, não quero acusar de nada... mas as petrificações da gata do Filch e do garotinho irritante que te seguia por todo canto.

- Obvio que não... não sou nenhum Lorde das Trevas. - Harry cortou como se fosse insultado, estranhando ainda mais como as meninas levemente ansiosas pareceram murchar com isso. - Bom... não totalmente já que estão me chamando disso desde causei um terremoto no país inteiro quando obtive essa espada. - Harry disse em relação a Excalibur embainhada na sua cintura. - Desde que causei uma crise na economia dos bruxos pela liberdade dos Goblins. - Disse ele em relação a ter comprado as ações restantes do banco. - E quando mais uma vez causei um terremoto antes de chegar no castelo, a também teve outro terremoto quando meu Magoi se colapsou pela segunda vez. - Harry disse pensativo se tinha mais alguma coisa? - É meio confuso, pois parece tanto tempo e tantas coisas aconteceram... que doideira. - Disse Harry só agora assimilando a noção de como estava vivenciando várias outras rotinas com sua magia de metamorfomagia e vira tempo ao ponto de até se perder nas datas e cronologia de eventos, sempre sabendo em que dia estava, porém, os dias se repetiam muitas vezes.

- É um Lorde das Trevas. - Dágon sorriu para suas amigas.

- Sim, isso é com certeza coisa de Lorde das Trevas. - Morgana sorriu com graça da cara de Harry.

- Nenhum feiticeiro da luz se coloca contra o ministério tão descaradamente, é... tá na cara que é um Lorde das Trevas em ascensão.

- Eu não sou a porra de um Lorde das Trevas. - Harry cortou com seus olhos acendendo em puro esmeralda, fazendo as meninas ficaram ainda mais eufóricas pelo brilho nada natural, porém, ao mesmo tempo, fascinante que emolduravam em seu rosto, cabelo, feições, corpo e trajes obscuros.

- Nem tente, quando essas aí colocam algo na cabeça nem mesmo eu consigo fazê-las mudar de opinião. - Victória disse com um sorriso carinhoso para Harry. - Vai ser bem mais fácil para sua sanidade se somente aceitar ser nosso Lorde das Trevas, assim como sempre ser um vilão se mostrou ser mais fácil que ser um herói, sem burocracia e leis a se seguir, só fazendo o que bem-quer e quando quer.

- Vocês são doentes e com certeza tem lido muitas HQ. - Harry suspirou cansado. - Mas até que gostei... - Harry iria continuar, porém, sua coruja nevada voou direto para ele de sabe-se lá onde, pousando assim em seu ombro. - Oi, querida... teve uma boa caça? - Harry indagou com Hedwig's arrulhando pelo carinho nas penas e soltando um som distinto de seu bico. - É, eu também já jantei. - Harry sorriu com as garotas na mesa estranhando a interação da coruja extremamente inteligente que o encarava e parecia soltar seus ruídos e balançar as asas como numa conversa de verdade. - Sim, eu sei... só agora consegui me organizar nos horários, vai ser em cima da hora, mas acho que a distância temporal alcança... eles conseguiram? - Harry indagou com a coruja dando um olhar de pena e acolhendo dentro das asas a cabeça de seu filhote humano. - Tá bom, então vamos embora.

Se levantando e olhando as meninas, foi que Harry logo iria se despedir das garotas com sua coruja enfim permitindo Harry recuperar o vira tempo no pescoço dela, porém a única loira da mesa se levantou euforicamente, derrubando a cadeira no processo:

- Aventuraaa! - Calíope deu um gritinho, se abraçando a Harry.

- Que aventura o que... é um cemitério que eu vou visitar. - Harry riu da menina, e vendo as outras três, suspirou ao ver que elas claramente demonstravam interesse de ir. - Não preciso ressaltar que tudo que ocorrer fora do castelo, irá permanecer fora do castelo, assim como o lema da Sonserina, não é? - Indagou ele com Victória, Dágon e Morgana se levantando juntas e se aproximando com Harry retirando seu vira tempo do pescoço de Hedwig's, enrolando toda a corrente no braço, pulso e dedos. - Não precisamos ficar abraçados... ah, esquece. - Finalizou ele ao ver todas elas apertarem ainda mais o abraço coletivo em volta de si.

E com isso, rodando seu vira tempo ao máximo de vezes que vinham remodelando no artefato, foi que em meio a entrada de Severus no salão da Sonserina sob arregalar de olhos dele, que cinco estudantes e uma coruja sumiram em um rodopio dos braços do Potter em direção ao teto, fazendo-os serem engolidos pelo vórtice esmeralda temporal, enfim saindo do castelo ao mesmo tempo que o expresso de Hogwarts partia levando muitos estudantes de volta a suas casas em prol de comemorarem a véspera de natal.

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E com isso dou fim a mais um capítulo da Changed Prophecy e a Câmara Secreta.

Espero que tenham gostado, aguardo geral na seção de comentários. XD

-- Grupo de Sonserinas do 7º Ano --

Victória Lestrange:

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Calíope Ronen:

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Dágon Garlick:

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Morgana Sharp:

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