A manhã chegou com Islinda roncando suavemente durante o sono antes de murmurar uma gíria incompreensível que soava como um bebê balbuciando. Contudo, o raio de sol que filtrava pela cortina lançava seu calor sobre ela, deixando-a desconfortável, além do cheiro tentador da natureza que provocava suas narinas e, finalmente, seus olhos se abriram.
Ela bocejou alto, esticando o corpo e contorcendo-se como um verme em chamas antes de finalmente relaxar na cama. Um sorriso cruzou os lábios de Islinda e, por alguma razão, seu corpo se sentia leve e ela estava estranhamente feliz. Esse foi o melhor sono que ela teve desde que chegou aqui e ela se perguntava o porquê.
De repente, as memórias começaram a retornar e a imagem de Theodore sufocando-a com seus galhos fez com que ela estremecesse e tocasse sua própria garganta. Ela estava bem, e nem sentia dor. Eles teriam a curado?