O sol se punha baixo no céu, lançando um brilho etéreo sobre a selva. As árvores se elevavam acima, suas folhas criando um dossel exuberante que filtrava a luz dourada. O ar estava espesso com o cheiro da terra e das flores, misturando-se aos sons da cascata que descia.
Os pássaros chilreavam ao longe, suas canções um delicado contraste com a cena primal que se desenrolava junto à água.
Martha, escondida atrás da folhagem densa, estava hipnotizada pela cena à sua frente.
Seus olhos se arregalavam incrédulos enquanto ela observava a forma massiva de Kiba se mover com uma graça animalística crua.
Ele estava profundamente dentro de Penélope, as pernas dela envolvendo sua cintura, os gemidos de prazer dela harmonizando com o rugido da cascata. Tempestade ajoelhada ao lado deles, sua boca atendendo avidamente aos testículos de Kiba, sua língua recolhendo cada gota de sua essência.
O aperto de Martha em torno do cabo de sua espada se intensificou.