Circe congelou, um grito formando um nó silencioso em sua garganta.
O cenário diante dela era um pesadelo arrancado da realidade.
Kiba, o primeiro homem a pisar em Éden, estava estirado na cama.
E ainda assim era o epicentro de uma batalha bizarra.
Mas não era ele – não realmente – ou talvez fosse.
Pelo menos, era uma parte dele.
Seu pau.
Ou mais precisamente, uma arma.
"Que diabos..." ela balbuciou, as palavras quase um sussurro perdido na sinfonia de chupadas e arquejos frenéticos.
A fome roía Penélope.
Esta não era a fome de um guerreiro, aquele tipo que roía seu estômago após uma longa batalha. Era uma necessidade primal, crua e indomada. Notando Tempestade lambendo as gotas escapadas no queixo de Penélope, Penélope reagiu por instinto.
Com uma força surpreendente nascida do desespero, ela agarrou Tempestade pelos cabelos e puxou sua cabeça para perto.
Num relance de movimento, ela roubou o néctar precioso com sua própria boca.
"Mhmmm!"